Falo da operação de auxílio encharcado de empatia do meu corpo, de cada pequena parte dele para com os acontecimentos de consequências um pouco que emotivas nesse sopro, a vida, e isso me parece tão predisposto ao dilúvio emocional que a qualquer hora me toma, me suga e me lança para o mundo real e eu assim cambaleando de salto alto prossigo .
Sustento o que me faz ficar entalada, de imediato poderia dar tapas e até socos sem medir esforços para o alívio do engasgado nas minhas costas, mas elas encontram-se tão sensíveis ao toque, meus pulmões gritam ao meu cérebro algum sinal ruim, a dramaticidade levanta o seu longo braço indicando infarto. Só alarde! Nada superável a cena de dramaturgia corporal, são assim as dores da minha alma, das minhas juntas. Ah...doce desconjuntura!
Escrevi ouvindo: vozes; playground ao lado; ventilador; televisão
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