segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sintonia

Ultimamente tenho me sentido mecanizada, nada de artifícios robóticos em minha rotina, nada que possa delegar a outrem para que algo seja feito em meu mero lugar.

Falo da operação de auxílio encharcado de empatia do meu corpo, de cada pequena parte  dele para com os acontecimentos de consequências um pouco que emotivas nesse sopro, a vida, e isso me parece tão predisposto ao dilúvio emocional que a qualquer hora me toma, me suga e me lança para o mundo real e eu assim cambaleando de salto alto prossigo .

Sustento o que me faz ficar entalada, de imediato poderia dar tapas e até socos sem medir esforços para o alívio do engasgado nas minhas costas, mas elas encontram-se tão sensíveis ao toque, meus pulmões gritam ao meu cérebro algum sinal ruim, a dramaticidade levanta o seu longo braço indicando infarto. Só alarde! Nada superável a cena de dramaturgia corporal, são assim as dores da minha alma, das minhas juntas. Ah...doce desconjuntura! 

Escrevi ouvindo: vozes; playground ao lado; ventilador; televisão

Nenhum comentário:

Postar um comentário