quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Oh, CÉUs!

Demasiadamente reclusa, onde espectadores com olhos atentos, pupilas saltitadas, vêem um mistério, onde fantasmas e enigmas ao seu redor não habitam, embora tudo indique que sim.
A serenidade tumultuada e a sutileza rude a faz de um belo oxímoro.
Decifrá-la é mero engano, uma espécie de desnecessariedade .
A música a faz divagar sobre os ares e até sente o abraço da imensidão do azul.
Oh, CÉUs!
Deitada, sóbria das verdades, embriagada das incertezas, pensa em dormir e sonhar.Por conseguinte, continuar a sorrir.

2 comentários:

  1. Gostei de texto, interessante...
    Da uma olhada no meu blog?
    http://andresa-lemos.blogspot.com/

    Bjo

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  2. Bom texto, gostei... Curtinho, facil de ler, mas com um grande pensamente e pesar, apezar da sua sutileza em dizer...

    Abraço

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