segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Como decepcionei a mim mesma,

mas mantive a minha palavra de permanecer forte
Um misto de frieza e dor no coração,
precisei fechar a janela
Sair sem querer nada que provinha de você.
Não importava mais o que fizera o que faria e o que fará
Ao menos não mais.
Depois de tantos e tantos esperando alguma reação
Deixei-a de lado, deixei você para um lugar que confortável ficará.
Deixemos à hipocrisia que nos ronda, que nos cerca, deixemos essa
formalidade patética, por que isso tem de fazer parte agora?
Que tudo que for direcionado a esse vocábulo exaltado com tanto orgulho e avidez, a amizade, seja dita e querida e quem sabe requerida por quem está disposto a vivê-la, a assumir tal papel de irmãos.
Não me venham com coleguismos, com falso companheirismo, tampouco, esse seu ‘’ ombro amigo’’.
A amizade, a bela, um dia terá prazer de te cumprimentar, ao bater na minha porta, aqui vou estar, mas peça licença antes de entrar, pois aqui amor de verdade ainda há.

Um comentário: