Tanta melancolia que me consome
Me dá asco
Eu a repugno, mas
Ela habita em mim
Não estava
Não estou preparada
Para a desilusão
Meu mundo da imaginação
Encanta-me
Parada ali
Senti como se fosse um lixo
Mas daqueles recicláveis
Porque logo me recompus
A decepção gera um choque
Em mim, anafilático, diria
Naquele momento, senti desânimo
Estava cansada de respirar
Mas não poderia limitar a minha vida
Num acontecimento do cotidiano
Eu só esperava contemplação
Por medíocre que pareça ser a minha insistência
De viver como se fosse o meu último dia
Mas o que obtive foi a certeza da incerteza
Aliás, ainda vivo a sonhar,
Pois tudo é muito evidente.
Me dá asco
Eu a repugno, mas
Ela habita em mim
Não estava
Não estou preparada
Para a desilusão
Meu mundo da imaginação
Encanta-me
Parada ali
Senti como se fosse um lixo
Mas daqueles recicláveis
Porque logo me recompus
A decepção gera um choque
Em mim, anafilático, diria
Naquele momento, senti desânimo
Estava cansada de respirar
Mas não poderia limitar a minha vida
Num acontecimento do cotidiano
Eu só esperava contemplação
Por medíocre que pareça ser a minha insistência
De viver como se fosse o meu último dia
Mas o que obtive foi a certeza da incerteza
Aliás, ainda vivo a sonhar,
Pois tudo é muito evidente.
De fato existem momentos que nos parecem infinitos, perpétuos. Nos concentramos e adentramos dentro de nós mesmos com uma intensidade absurda, afim de achar respostas. E o que descobrimos?
ResponderExcluirApenas mais perguntas que serao pra sempre aquela cicatriz feia, da qualnao conseguimos nos livrar.
Enfim, foi o que senti.
Beijos Bruninha.
Bruu..
ResponderExcluirxD
Coloquei no meu blog, vou tatuar em mim e estou lhe dizendo : "A águia não captura moscas"
ResponderExcluirNão deixe um pequeno fato do cotidiano, por maior que tenha sido em sentido, lhe parar o caminho.