sábado, 23 de abril de 2011

THE MOON

Ontem parei para admirar a lua, quão linda estava!
Ela trazia um reflexo que irradiava tudo ao seu redor que comparável a você era.
Aguardo sua chegada ansiosa, não como a lua, nossa! como ela se comporta, se contém.
Quem sabe, um dia eu também?!
Guardo sua risada comigo como o flash de luz que ela dispara em mim.
Ela é cheia! Eu sou repleta!
Então é assim, um circulo de luz, um corpo de simetria bilateral que reluz!
Dessa maneira, uma conversa entre olhares.
Do aparente imóvel, e do aparente transitável.
Ela rodeia o universo, eu pairo a espera sua.
Não é como deveria ser, mas é o que resta na maioria do tempo.
E ela tem que se recolher, já reluziu para seus admiradores, e eu tenho que entrar em meu lar para sonhar e esperar.
Um novo dia chega!
Expectativa de aparecer de ambas, de se exibir, de esparramar brilho.
Uma sempre tem seus admiradores que as enaltecem, a outra só aguarda por um.
Ela retorna diferente, de forma, tamanho, não como os de ontem... A outra, ainda permanece intacta, a espera.
O que esperar então?
Pelo ser que poderá dar uma guinada, trazer amor, carinho para essa tal outra?
Não, é a hora da lição dada pela Lua lá no alto, de que caminhos têm que ser trocados, forma de agir diferenciados, e de fato, tudo mudado

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